SECTI · Prefeitura do Recife
Promotora institucional. Chancela o evento, valida os 6 desafios e garante o cadastro das soluções em destaque no Coreto.
Um sábado para transformar 6 desafios reais de segurança do Recife em soluções que a cidade pode usar.
para a abertura, às 08h no IZI Space.
As inscrições abriram em 2 de setembro e fecharam antes do prazo — a procura passou o limite. A seleção dos 200 participantes é feita pela organização a partir do formulário; quem for aprovado confirma presença até 14 de setembro, e a lista de espera é chamada até o dia 18.
Todos vêm do Banco de Oportunidades do Coreto, a vitrine de desafios públicos abertos da Prefeitura. Nesta edição a trilha é Segurança — escolhida por reunir seis problemas reais e urgentes, com abordagens que vão de visão computacional a monitoramento IoT e acesso a serviços.
Identificar em tempo real o uso incorreto ou a ausência de equipamentos de proteção — capacete, luvas, colete, óculos — em ambientes de trabalho, trocando a fiscalização manual por alertas preventivos.
Indicador-chave Acurácia da detecção; redução de não conformidades recorrentes e de acidentes.
O Recife tem dificuldade de consolidar uma visão preventiva do que acontece em praças, parques e pontos turísticos: os dados estão fragmentados entre órgãos e as ocorrências são percebidas tarde demais.
Indicador-chave Redução da reincidência; mais ações preventivas que reativas.
Praças subutilizadas pela percepção de insegurança e por iluminação e monitoramento deficientes. A meta declarada é aumentar em 40% o uso das praças por meio de tecnologia.
Indicador-chave Número de usuários das praças; queda de ocorrências; índice de percepção de segurança.
Topografia acidentada, chuvas intensas e ocupação desordenada dos morros criam risco de deslizamento para milhares de famílias. Falta um sistema proativo de monitoramento e alerta precoce.
Indicador-chave Zerar vítimas fatais nas áreas monitoradas; tempo entre o alerta e a chegada à comunidade.
As pessoas evitam os espaços públicos à noite por insegurança percebida, e isso cobra um preço da economia local e da convivência. O desafio é devolver a confiança para a cidade ser usada depois que escurece.
Indicador-chave Redução da criminalidade percebida; mais gente nas áreas públicas após o anoitecer.
Mulheres enfrentam barreiras para chegar a sistemas seguros de denúncia. O desafio pede uma solução acessível, confidencial e simples de usar — com o cuidado editorial que o tema exige.
Indicador-chave Aumento das denúncias registradas; avaliação das usuárias sobre facilidade e segurança.
Nos desafios de visão computacional e monitoramento, o briefing das 09h30 inclui orientação de LGPD. É proibido captar ou exibir imagens e dados reais de pessoas sem consentimento — use dados sintéticos, fictícios ou bases públicas de licença livre.
Das 8 da manhã às 7 da noite, presencial. Você chega sem time e sai com um produto apresentado para uma banca.
SECTI, FIAP, RFEC e ROGADX apresentam os 6 desafios da trilha Segurança.
Times de 8 a 10 pessoas por desafio, com orientações de LGPD para os desafios 1 e 2.
Início do desenvolvimento, com rodadas de mentoria por desafio até 12h30.
Por conta de cada participante. O espaço tem micro-ondas; a geladeira fica com a produção.
Cada time já sabe quando apresenta e pode planejar o resto do dia.
Entrega até 17h — slide, protótipo navegável ou software funcional.
De 3 a 5 minutos por equipe, mais perguntas da banca.
Cinco critérios, com pesos declarados. O maior deles não é a beleza do protótipo — é responder ao indicador de sucesso que o Coreto definiu para aquele desafio.
1º, 2º e 3º lugares no critério geral, mais um prêmio especial de Impacto Social com curadoria e votação da ROGADX nas redes. Nesta primeira edição a premiação é não-monetária.
Você não fica sozinho com o problema. Há pelo menos um mentor por desafio, com curadoria da RFEC, e duas rodadas ao longo do dia: uma pela manhã, das 10h às 12h30, e outra depois do almoço.
A banca reúne de 4 a 6 jurados do ecossistema de tecnologia e da gestão pública local, com convite a um representante da Secretaria de Defesa Social — o eixo é Segurança, e a leitura de quem vive o problema pesa.
Nos desafios de encostas e de violência contra a mulher, os mentores são preparados para o tema. Soluções com apelo sensacionalista ou desrespeitoso são desclassificadas.
Objetos pessoais são responsabilidade de cada participante durante toda a maratona.
A piada pegou porque o nome engana: não é Boletim de Ocorrência, é Banco de Oportunidades — a seção do Coreto, a plataforma de inovação da Prefeitura, onde a cidade publica seus problemas reais para quem quiser resolver.
Cada oportunidade traz cenário, objetivos de longo prazo, resultados esperados, indicadores de sucesso e riscos. É de lá que saíram os 6 desafios desta trilha — e é para lá que as soluções em destaque voltam: a SECTI garante o cadastro delas como "Soluções propostas" depois do evento, o que abre porta para parceria e continuidade.
O código, o design e a proposta continuam sendo de quem criou. Ao participar, você autoriza a Prefeitura e as parceiras a divulgarem a ideia como Solução proposta no Banco — o registro dá visibilidade, não transfere propriedade.
Promotora institucional. Chancela o evento, valida os 6 desafios e garante o cadastro das soluções em destaque no Coreto.
Infraestrutura: espaço para as equipes, energia e Wi-Fi, projeção e som, coffee break e apoio no campus.
Recife Frontend Community. Operação e comunidade: regulamento, curadoria de mentores e jurados, voluntários e inscrições.
Mídia e divulgação: identidade visual, redes, cobertura ao vivo no dia e o aftermovie depois.
Não. As inscrições abriram em 2 de setembro e foram encerradas antes do prazo porque o limite de inscritos foi atingido. A organização selecionou 200 pessoas a partir do formulário; quem foi aprovado confirma presença até 14 de setembro. Sem resposta até lá, a vaga vai para a lista de espera — e quem for chamado entre 14 e 18 de setembro tem 24 horas para confirmar.
Nada impede, mas as vagas são limitadas e a produção não tem como saber quem combinou com quem — pode acontecer de alguém do seu grupo não ser selecionado. O melhor é combinar depois que todos confirmarem a vaga. As equipes são de 8 a 10 pessoas e se formam no dia, logo no começo da programação.
O coffee break é oferecido; o almoço não. Você pode levar marmita — o espaço tem dois micro-ondas, então planeje com antecedência porque serão muitas pessoas. A geladeira fica restrita à produção. Evite comer na área dos palcos, onde as equipes ficam o dia todo. A produção também vai mapear lugares próximos com almoço acessível e repassar cardápios e valores.
Até as 17h, um destes: slide, protótipo navegável ou software funcional. A apresentação pode rodar no computador de alguém do time ou ser enviada para o e-mail informado no dia. Revise e teste o material antes, e avise a organização de qualquer problema técnico com antecedência.
Não. Código, design e proposta devem ser desenvolvidos majoritariamente durante o hackathon. Usar projeto pronto de antes do evento leva à desqualificação da equipe.
Proibido captar, usar ou exibir imagens e dados reais de pessoas sem consentimento — principalmente nos desafios de visão computacional e monitoramento. Use dados sintéticos, fictícios ou bases públicas de licença livre. O briefing das 09h30 cobre isso.
100% presencial, sem participação remota ou online. É no IZI Space, Cais do Apolo, 255, Bairro do Recife, das 08h às 19h do sábado 19 de setembro de 2026.
19 de setembro de 2026 · IZI Space · Bairro do Recife